Começar a  reduzir a conta de luz é simples: troque suas lâmpadas por modelos LED, tire aparelhos da tomada, evite o uso de eletrodomésticos no horário de pico e monitore sempre o consumo mensal da sua residência. 

Além disso, verifique se você tem direito à Tarifa Social de Energia Elétrica, que oferece desconto na fatura para famílias de baixa renda. 

Essas são algumas ações simples, mas que fazem toda a diferença para diminuir os gastos com energia.

Por que as contas de luz estão cada vez mais caras no Brasil?

Mais de 60% da energia produzida no Brasil vem das hidrelétricas, isso torna o país dependente deste tipo de geração de energia. Logo, em épocas de seca, os reservatórios ficam baixos e o país precisa acionar as termelétricas, que custam mais caro. 

Quando isso acontece, o valor da conta de luz sobe. Para sinalizar esses custos, foi criado o sistema de bandeiras tarifárias, que indica quando a energia está mais cara por causa do uso dessas usinas. 

Além disso, o aumento na demanda por eletricidade, perdas na distribuição e custos operacionais também contribuem para o encarecimento da tarifa. Essas variações impactam diretamente o bolso do consumidor, mesmo sem aumento no consumo diário.

O que são as bandeiras tarifárias?

As bandeiras tarifárias indicam se a energia está mais cara ou mais barata em determinado período. Elas funcionam como um sinal de alerta, aplicado na conta de luz conforme as condições de geração de energia no país.

Veja, abaixo, as bandeiras e seus significados.

  • Verde: não há cobrança extra na conta;
  • Amarela: início da elevação de custo, com pequeno acréscimo na fatura;
  • Vermelha patamar 1: custo maior devido ao uso de termelétricas;
  • Vermelha patamar 2: custo ainda mais alto por necessidade intensa de geração extra.

Mas o impacto das bandeiras pode variar de acordo com o valor da tarifa base em cada região. André Mendonça, diretor de operações da Bulbe Energia, entrevistado pelo Portal Solar, mencionou: “quanto menor a tarifa base, maior é o peso proporcional da bandeira vermelha no valor final. 

Por isso, mesmo que a bandeira seja igual em todos os estados, ela pesa mais nos lugares onde a energia é mais barata”.

Ele também reforça a importância de avaliar o consumo de forma estratégica em aparelhos como o aquecedor, que costuma gastar mais energia: “é fundamental que o consumidor entenda qual modelo de aquecedor mais se adequa ao seu perfil e às condições locais, considerando o consumo, o custo e a eficiência. 

Essa análise ajuda a evitar surpresas na conta de energia e a garantir conforto térmico sem pesar demais no orçamento”, conclui o diretor. 

O que fazer para diminuir o valor da conta de luz?

Com os aumentos recorrentes na fatura de energia, adotar hábitos mais conscientes no dia a dia é indispensável para aliviar o orçamento. 

Hoje, pequenas mudanças na rotina já ajudam a reduzir o valor da conta de luz sem abrir mão do conforto.

  1. Troque as lâmpadas por modelos LED: elas consomem bem menos energia e duram muito mais do que as incandescentes ou fluorescentes;
  2. Desligue os aparelhos da tomada: mesmo fora de uso, muitos dispositivos seguem consumindo energia no modo stand-by. Tire-os da tomada sempre que possível;
  3. Use eletrodomésticos fora do horário de pico: evite usar ferro de passar, chuveiro elétrico e máquina de lavar das 18h às 21h, que é o período de maior demanda energética;
  4. Aproveite a luz natural: mantenha janelas abertas durante o dia e reduza o uso de lâmpadas em ambientes bem iluminados naturalmente;
  5. Invista em equipamentos mais econômicos: escolha eletrodomésticos com selo Procel A de economia. Apesar de custarem um pouco mais, o retorno é extremamente positivo na conta;
  6. Avalie a assinatura de energia solar: sem necessidade de instalar placas, o modelo por assinatura oferece desconto direto na fatura de luz e tem sido cada vez mais procurado.

Segundo um estudo feito pela Bulbe, 87% dos entrevistados disseram que estariam dispostos a aderir a um plano de assinatura de energia solar em 2025. E a principal motivação é justamente a promessa de redução imediata nos custos mensais.

Os dados divulgados pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram essa nova disposição dos consumidores, visto que 8 em cada 10 brasileiros sentiram o aumento da conta de luz no próprio bolso em 2024

Além disso, 45% deles apontaram a energia elétrica como um dos gastos que mais afetaram o orçamento doméstico no último ano. 

Portanto, além das orientações para economizar energia elétrica, o interesse por fontes alternativas por parte dos brasileiros tem aumentado progressivamente.

Os vilões da conta de luz: aparelhos que mais consomem energia

Alguns eletrodomésticos, apesar de serem úteis, são grandes responsáveis pelo aumento da conta de luz. Eles exigem alta potência para funcionar e, quando usados com frequência, impactam diretamente o valor final da fatura. 

Veja, abaixo, os principais vilões do consumo, segundo estudos da Bulbe.

  • Fogão por indução: com consumo médio de 1.500 W, ele aquece de forma rápida, mas pode elevar os gastos quando utilizado com frequência;
  • Forno elétrico: pode operar entre 1.000 W e 2.500 W. Ele é útil para assar e gratinar, mas demanda muita energia, especialmente em preparos longos;
  • Air fryer: apesar do tamanho compacto, consome cerca de 1.800 W. Usada diariamente, ela pesa bastante no final do mês;
  • Ar-condicionado: essencial no calor, consome entre 1.000 W e 2.000 W, variando conforme o modelo e o tempo de uso;
  • Climatizador de ar: mais econômico, consome entre 50 W e 200 W, mas o uso constante ainda pode gerar impacto na conta;
  • Ventilador: com consumo médio de 75 W, parece inofensivo, mas ligado 24 horas por dia, pode elevar o consumo total.

Esses equipamentos são muito comuns em residências, especialmente em regiões de clima extremo. Saber o quanto consomem e como utilizá-los com consciência é um passo importante para reduzir o valor da conta de luz sem abrir mão do conforto.

Como identificar o consumo dos seus aparelhos eletrônicos?

Para entender quanto cada aparelho consome, o primeiro passo é verificar sua potência, geralmente indicada em watts (W) na etiqueta do fabricante ou no manual. 

Com essa informação, é possível aplicar uma fórmula simples: 

Potência (W) x tempo de uso diário (h) ÷ 1000 = consumo em kWh 

Por exemplo: um micro-ondas de 1.200 W usado por 30 minutos por dia consome cerca de 0,6 kWh por dia (1.200 × 0,5 ÷ 1000). Ou seja, em um mês, isso representa aproximadamente 18 kWh.

Outra forma prática de monitorar o consumo é utilizando um medidor de energia, conhecido como wattímetro. Basta conectá-lo entre o aparelho e a tomada para visualizar, em tempo real, quanta energia está sendo consumida. 

Esse aparelho é bastante útil, especialmente para equipamentos usados com frequência, como geladeiras, máquinas de lavar ou computadores. 

Tendo essas informações em mãos, fica mais fácil ajustar os hábitos de uso e fazer escolhas conscientes para reduzir o valor da conta de luz.

Quem tem direito à diminuição da conta de luz?

Quem tem direito à diminuição da conta de luz são, principalmente, consumidores de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social

Existem programas específicos que garantem descontos na fatura, de forma automática ou mediante cadastro.

Tarifa Social de Energia Elétrica

Benefício para famílias inscritas no CadÚnico com renda de até meio salário mínimo por pessoa ou que tenham membro com deficiência que use aparelho elétrico de uso contínuo. O desconto pode chegar a 65%.

BPC (Benefício de Prestação Continuada)

Idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência que recebem o BPC também têm direito à Tarifa Social, independentemente da renda familiar.

Moradores de áreas quilombolas e indígenas

Eles têm acesso ao maior desconto oferecido pela Tarifa Social, chegando a 100% para os primeiros 50 kWh consumidos.

Como a energia solar pode reduzir sua conta de luz de forma contínua?

A energia solar é uma solução duradoura para quem deseja pagar menos na conta de luz todos os meses

No modelo compartilhado, você recebe descontos direto na fatura sem precisar instalar placas ou fazer obras em casa

Além de ser limpa e renovável, essa energia ajuda a evitar os impactos das bandeiras tarifárias, trazendo mais previsibilidade nos gastos. 

Trata-se de uma alternativa acessível, que combina economia, sustentabilidade e praticidade: ideal para quem busca reduzir custos de forma contínua e consciente.

Por fim, ela também contribui para a redução da emissão de CO₂, ajuda no combate às mudanças climáticas e valoriza hábitos de consumo mais responsáveis, sem comprometer o conforto da rotina.

Por que escolher a Bulbe para economizar com energia solar?

A Bulbe é a escolha certa para quem quer reduzir a conta de luz com segurança e economia

A empresa atua em Minas Gerais, oferecendo energia solar compartilhada sem instalação, investimento ou fidelidade, com até 15% de desconto direto na fatura da Cemig

Desde 2016, nosso compromisso é ampliar o acesso à energia limpa para empresas de diversos setores.

Com uma solução simples e transparente, a Bulbe já ajuda negócios a economizar todo mês. Você continua recebendo energia da Cemig, mas com uma nova conta mais clara e com desconto garantido.

Fale com a gente e reduza custos na fatura de luz com energia solar, sem comprometer o seu conforto!


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